Como uma viagem nos transforma

Estou a viver a minha liberdade. Sem julgamentos, principalmente meus. Sem preconceitos, principalmente meus. É incrível como uma viagem te transforma e te dá as ferramentas para descobrires um pouco mais sobre ti (se assim estiveres predisposto). Na tua essência e verdade. Só tens de ter coragem para te lançares na tua re-descoberta, colocando em causa todas as verdades irrefutáveis que um dia quiseste que fossem tuas.


E não tens medo?

Desde que comecei a falar com amigos sobre a minha ideia de partir um ano sozinha para a Nova Zelândia (lê os artigos parte I e parte II), esta tem sido (talvez) a questão mais feita. A par, claro, do “e quando voltares, como será a tua vida?”. É justificável e compreensível. Eu própria me coloquei todas essas perguntas, levando a que fosse adiando a decisão daquilo que o meu coração já sabia o queria fazer. Mas vamos por partes, porque há demasiadas variáveis em jogo.

Desconectar para conectar

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No meio do ruído que se faz sentir, encontrar um lugar onde nos desligamos das interferências à nossa essência torna-se uma tarefa árdua. Mas possível.

Não há volta a dar. Fruto dos novos tempos, ou dos tempos que ajudamos a construir, somos criaturas que precisam de ser estimuladas. De viver experiências. De nos sentirmos ativos. E vivos. E em constante movimento.