De Lisboa para a Nova Zelândia – parte I

“Um dia vou fazê-lo. Pode não ser agora, mas eu sinto no meu coração e com toda a verdade que ele me transmite que é isto que eu estou destinada a fazer. Um dia. Será um dia.”

Estes foram alguns dos pensamentos que divagaram pela minha mente durante vários anos. Com maior e ou menor ritmo de aparecimento, como de uma personagem fantasmagórica se tratasse, esta nuvem andava aqui e ali a dar o ar da sua graça. Até ao dia. Até ao dia em que decidi arrumar ideias e tomar a decisão que iria mudar a minha vida.