SOBRE

Olá. Eu sou a Ana, uma miúda cheia de sonhos 🌈

Encontraste-me! Fico feliz por me quereres conhecer melhor neste meu espaço online.

⚡️⚡️⚡️

Bem-vindo ao blog, um espaço onde partilho as minhas experiências de vida, pensamentos, viagens, receitas cheias de amor pela nutrição e outros interesses pessoais como a sustentabilidade e conexão com a natureza!

Desengana-te, aqui não vais encontrar uma vida perfeita. Durante muitos anos andei perdida entre várias Anas. Coloquei-me rótulos para me sentir integrada em grupos. O sentido de pertença a algo era mais importante do que ser quem eu sentia ser, mas não tinha coragem de explorar.

Com 25 anos, e depois de três anos a trabalhar em Marketing Digital em Lisboa, apercebi-me que estava a começar a minha vida profissional infeliz. Sem me acomodar, tomei a decisão de parar, escutar-me e procurar a minha verdade.

Foi então que decidi colocar em pausa a minha carreira e ir de mochila às costas, sem planos de futuro, para a Nova Zelândia. Quase um ano depois, a Ana encontrou-se no meio do ruído, enfrentei preconceitos e fiz as pazes com um passado de autocrítica e desvalorização baseados em crenças e comparações. Liberta de preconceitos, todos os dias são uma descoberta. O melhor ainda está para vir! 🌈

Conhece a minha história

Sou uma aquariana que respira liberdade e que quase nasceu à porta do hospital dada a pressa de viver o mundo! Cresci no Fundão, uma cidade que guardo com muito carinho até hoje, mas foi em Lisboa que senti pela primeira vez a felicidade da independência e responsabilidade da vida adulta.

Na minha adolescência tentei encaixar-me em vários grupos. Experimentei diferentes papéis e coloquei-me rótulos. Nunca me senti verdadeiramente confortável com as versões que fui apresentando ao mundo. Hoje reconheço que tudo não passava de uma tentativa de criar uma imagem de mim própria que gostasse ou aceitasse. Tentar agradar os outros para me sentir incluída.

⚡️⚡️⚡️

Nunca soube muito bem o que queria da vida. Desde pequena ocupava os meus pensamentos com múltiplos planos de futuro. Umas vezes a viver uma vida cosmopolita, outras vezes imaginava-me a viver em África. Sempre fui dada a ambiguidades, talvez por nunca ter tido medo da mudança. No entanto, por mais incertezas que tivesse da vida, com 12 anos anunciei à minha família que um dia iria adoptar uma criança. Até hoje, este continua a ser um dos meus maiores desejos em vida.

Os meus verões de criança e adolescente foram passados com os meus avós. Só regressava a casa quando a minha mãe me puxava por uma orelha, “já chega, passou um mês, tens de voltar”. Distraía-me com livros, jogava cartas com o avô, fiz os primeiros bolos e cozinhados com 10 anos, escrevia em diários, andei muito de bicicleta por caminhos de terra batida, fiz ramos de flores silvestres, ouvi centenas de histórias do antigamente dos avós, aprendi a bordar, ou “ia até ao rio” com a roupa mais velha que tinha guardada numa gaveta em casa dos avós.

Imaginei-me com dezenas de profissões, desde de trabalho de escritório, a vestir fato todos os dias; a ser professora, só porque amava escrever e corrigir testes fictícios. A miúda dos papéis, como a minha mãe me descrevia. No fundo, sempre projetei a minha vida adulta com profissões que acarretassem responsabilidade e tivessem um impacto positivo e com significado na vida das pessoas.

Entretanto, é com 13 anos que crio o meu primeiro blog de escrita criativa, por incentivo da minha professora de português. Com tantos pensamentos a correrem-me no sangue, a escrita foi um escape para tentar encontrar calma interior, coerência à volatilidade de quereres e explorar a minha criatividade com histórias de vida de outros. Foi e sempre será Escrita Pura. Uma arte essencial para mim. Ajuda-me a pensar, desconstruir, explorar, expressar, viajar.

Lá por casa chamam-me de sonhadora, para não dizerem aluada (demasiadas vezes). Eu gosto de pensar que sou uma mistura de ambos. Mais frequente do que desejado, despendo horas a olhar o vazio. Perco-me em pensamentos sem caminho de volta.


É com os meus 18 anos que sou obrigada a tomar as primeiras decisões de vida, deixando de lado as múltiplas vidas imaginadas aquando criança. A vida real estava diante de mim. Após analisar os milhares de cursos superiores que existem em Portugal, escolhi começar o curso de Direito. Uma decisão baseada nos princípios tradicionalistas de que era o mais reputado socialmente e seguro dada a indecisão de não saber o que queria fazer. Após um ano, percebi que esta área não tinha nada que ver comigo. Encontrei-me perdida. Sabia que precisava de usar a minha criatividade e liberdade de escrita e vida. Insegura, decidi experimentar a área da comunicação. Licenciei-me em Ciências da Comunicação, e fiz um mestrado em Marketing.

Acredito que somos uma aglomeração de coisas, vivências e pessoas. É nas experiências de vida que vamos descobrindo a nossa voz, alma e amor. Conhecer, aceitar e viver quem somos! Nunca seremos um rótulo. Nunca seremos um projeto traçado por sonhos de outros. Nunca seremos felizes ao copiarmos a aparente vida perfeita de quem não conhecemos mas idolatramos. Ao vivermos a nossa verdade, abrimos caminho para vivermos em comunhão com o nosso ser.


Uma das áreas mais importantes da minha vida é a alimentação. O momento de refeição sempre foi muito importante na minha família. Cresci com os tachos a irem para a mesa. De olhos postos neles, como quem saliva felicidade, contemplávamos o destapar das tampas. Nunca consegui resistir a um bom prato de esparguete cozido na água do feijão com ovos escalfados a sorrirem no prato. Desde nova que me (des)valorizei pelos números na balança. Tenho vindo a fazer as pazes comigo nesse campo e, cada dia que passa, sinto-me mais apaixonada pela ligação nutrição & saúde mental. Nos últimos anos fui expandido os meus interesses pela área da espiritualidade, com introdução da meditação para um estilo de vida mais leve e tranquilo.

🌿🌿🌿

Para 5 minutos e lê as minhas aventuras, devaneios de meia-noite, partilhas felizes com receitas saudáveis ou recomendações para uma vida mais sustentável!

No fim do dia fico feliz por criarmos uma comunidade mais informada, que se questione, partilhe, e individualmente, não tenha medo de ser quem é! A vida é tão bela 🌈

Ana